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O secretário da Defesa dos EUA, Pete Hegseth, abriu a conferência de imprensa esta quarta-feira afirmando que o Irão tem sido uma ameaça para os Estados Unidos e para o mundo livre durante 47 anos, mas que isso acabou: "Não mais sob a nossa vigilância”.
“O Presidente Trump fez história”, afirmou, acrescentando que “temos uma hipótese de paz” e que “ninguém faz um acordo melhor que Trump”.
Durante a conferência, Hegseth destacou a Operação Epic Fury como “uma vitória histórica e esmagadora no campo de batalha”. Segundo o secretário da Defesa, a operação “destruiu militarmente o Irão e tornou-o incapaz de combater durante anos”.
Pete Hegseth explicou ainda que, caso o Irão não tivesse concordado com o cessar-fogo, os próximos alvos dos ataques norte-americanos teriam sido centrais, pontes e infraestruturas energéticas e petrolíferas, que as forças iranianas não teriam capacidade de proteger. “O Irão estava sem opções e sem tempo”, sublinhou. “O Presidente Trump escolheu a misericórdia”.
Ao lado de Hegseth, o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, destacou que Washington alcançou os seus objetivos militares no Irão, mas sublinhou que as forças norte-americanas continuam em estado de prontidão.
“Sejamos claros, um cessar-fogo é uma pausa. As forças conjuntas continuam prontas, se acionadas ou convocadas, para retomar as operações de combate com a mesma velocidade e precisão que demonstrámos ao longo dos últimos 38 dias”, afirmou. “Esperamos que não seja o caso.”
O general fez um balanço das operações, revelando que os EUA atingiram mais de 13.000 alvos, destruíram 80% dos sistemas de defesa aérea do Irão e mais de 90% da sua frota marítima convencional.
O cessar-fogo de duas semanas foi acordado poucas horas antes do prazo dado pelo Presidente Donald Trump para que Teerão abrisse o Estreito de Ormuz.
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