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Até ao momento, houve três voos fretados pelo Estado português, dois realizados pela Força Aérea e um pela TAP Air Portugal. No primeiro voo, chegaram 24 cidadãos portugueses entre 39 resgatados da região; no segundo, 139 portugueses regressaram a bordo do voo da TAP; e, no terceiro, que ocorreu segunda-feira, regressaram mais 54 portugueses.
Emídio Sousa explicou que, se forem considerados também os voos comerciais das companhias Emirates e Etihad, cerca de 700 portugueses já terão regressado ao país. Para facilitar o retorno, o Governo tem proporcionado transporte terrestre para que os cidadãos consigam alcançar os aeroportos e apanhar voos, mesmo comerciais.
Apesar do número crescente de repatriamentos, por enquanto não estão previstos novos voos fretados pelo Estado, até porque alguns lugares nos voos recentes ainda não foram solicitados. O secretário de Estado sublinhou que os voos comerciais estão a começar, ainda que de forma gradual, a dar resposta às necessidades dos cidadãos portugueses na região.
O contexto da operação de repatriamento deve-se à escalada militar entre os Estados Unidos da América e Irão, que começou a 28 de fevereiro com um ataque conjunto dos EUA e de Israel ao território iraniano, durante o qual foi morto o líder supremo do Irão, 'ayatollah' Ali Khamenei.
Em resposta, o Irão encerrou o Estreito de Ormuz e lançou ataques contra alvos em Israel, bases norte-americanas e outras infraestruturas regionais. Este estreito é uma rota marítima estratégica, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial e uma parte significativa do gás natural liquefeito, segundo dados da Administração de Informação Energética dos EUA e das Nações Unidas.
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