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O cabaz alimentar acompanhado pela DECO PROteste voltou a encarecer, invertendo a tendência de descida que vinha a registar nas últimas semanas. De acordo com a organização de defesa do consumidor, o conjunto de 63 produtos custa agora 257,68 euros, uma subida de 2,11 euros face à semana anterior.

Desde o início do ano, para comprar o mesmo cabaz composto por 63 produtos, os consumidores gastavam menos 15,86 euros (menos 6,56%). Há um ano, era possível comprar exatamente os mesmos produtos por menos 14,90 euros (menos 6,14%). Já no início de 2022, era possível gastar menos 69,98 euros (uma diferença de 37,28%).

A diferença é ainda mais significativa quando comparada com o início da análise da DECO PROteste, em janeiro de 2022. Atualmente, comprar os mesmos produtos custa mais 69,98 euros, um acréscimo de 37,28%.

Entre 10 e 17 de junho, os produtos que registaram maiores aumentos percentuais foram os flocos de cereais, com uma subida de 18%, passando a custar 2,83 euros, o carapau, que aumentou 16% para 6,25 euros por quilo, e a alface frisada, com uma subida de 12%, para 2,63 euros por quilo.

Na comparação com o período homólogo, alguns alimentos registam aumentos mais expressivos. O carapau apresenta a maior subida percentual, com um aumento de 64%, custando atualmente 6,25 euros por quilo. Seguem-se a couve-coração, com uma subida de 40% para 1,78 euros por quilo, o robalo, que aumentou 31% para 10,38 euros por quilo, e a alface frisada, com mais 25%.

Desde que a DECO PROteste começou a acompanhar a evolução do cabaz alimentar, os produtos que mais aumentaram foram a carne de novilho para cozer, com uma subida de 126%, passando para 13,14 euros por quilo, os ovos, que aumentaram 84% para 2,10 euros, e a couve-coração, com uma valorização de 79%.

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