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De acordo com a organização de defesa do consumidor, o valor do cabaz alimentar, composto por 63 produtos essenciais, tem vindo a apresentar oscilações ao longo do ano, apesar da recente ligeira descida. Desde o início de 2026, o mesmo conjunto de bens custa mais 17 euros, o que representa uma mais de 7,03%.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, o cabaz está atualmente 20,38 euros mais caro, o equivalente a um aumento de 8,55%. Já face ao início de 2022, a diferença é ainda mais significativa, com um aumento de 71,13 euros, o que corresponde a uma subida de 37,90%.

Na última semana, entre 13 e 20 de maio, os produtos que mais aumentaram em termos percentuais foram a pescada fresca, que subiu para 1,65 euros (+16%), o fiambre de perna extra fatiado embalado, que passou a custar 2,59 euros/kg (+12%), e o café torrado moído, que atingiu os 0,46 euros (+10%).

Quando comparado com o mesmo período do ano passado, destacam-se igualmente fortes subidas em produtos como a couve-coração, que aumentou 50% para 1,89 euros por quilo, a curgete, que subiu 37% para 2,25 euros por quilo, e os brócolos, que registaram uma subida de 33%, para 3,42 euros por quilo.

Desde o início da análise da DECO PROteste, a 5 de janeiro de 2022, os maiores aumentos percentuais verificam-se na carne de novilho para cozer (+128%, para 13,26 euros por quilo), na couve-coração (+91%) e nos ovos (+84%, para 2,10 euros).

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