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A concessionária reconhece que “não sendo possível, neste momento, estimar o prazo de conclusão das obras de reparação”, está empenhada em “minimizar transtornos” para os utilizadores, indicando aquelas vias como alternativas à circulação no troço afetado.
A Brisa confirmou o abatimento de parte do pavimento da plataforma da A1, no sentido Norte-Sul, explicando que a ocorrência se deu cerca de três horas após o corte total e preventivo da autoestrada, no sublanço entre Coimbra Norte e Coimbra Sul (entre os quilómetros 198 e 189). Segundo a concessionária, o abatimento “não representou, em nenhum momento, qualquer risco para utilizadores e trabalhadores”.
De acordo com a Brisa, a rutura da infraestrutura foi provocada pelo rebentamento do dique e pela subsequente escavação do aterro junto ao encontro norte do viaduto C do Mondego, devido a um débito excecional superior a 2.100 metros cúbicos de água por segundo.
A concessionária acrescenta que está a acompanhar a situação desde o dia 2, com “vistorias permanentes”, mantendo no terreno mais de 30 operacionais e a trabalhar em articulação com as entidades de proteção civil e autoridades nacionais e locais.
A A1 foi encerrada preventivamente pouco depois das 18h00 de quarta-feira, nos dois sentidos, no troço entre Coimbra Norte e Coimbra Sul. O ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, admitiu que serão necessárias várias semanas para reparar o segmento da autoestrada que cedeu após o rompimento do dique nos Casais, em Coimbra.
Durante uma visita ao local, o governante sublinhou “a velocidade e a violência das águas”, classificando a situação como “absolutamente anormal”. Segundo Miguel Pinto Luz, estão a ser utilizados camiões com enrocamento para reforçar a zona afetada, reconhecendo que esta é, para já, “a única coisa que se pode fazer enquanto as águas não descerem”.
O ministro alertou ainda que a fissura no sentido Norte-Sul pode alastrar ao sentido contrário, reiterando que uma intervenção de fundo só será possível quando o nível da água baixar. “Serão seguramente semanas para conseguirmos que esta infraestrutura volte a estar ao serviço dos portugueses”, afirmou, garantindo que o Governo tem “todos os meios mobilizados” para repor a circulação na A1.
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