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O valor inclui produtos de carne, peixe, congelados, frutas e legumes, laticínios e mercearia, entre os quais peru, frango, carapau, pescada, arroz, esparguete, leite, queijo e manteiga.

O atum em posta em óleo vegetal foi o produto que mais aumentou de preço na última semana, com uma subida de 16%, para 1,59 euros. Seguiram-se a farinha para bolos e o feijão manteiga, ambos com aumentos de 10%, passando a custar 1,83 e 1,50 euros, respetivamente.

Apesar da subida registada na última semana, o mesmo cabaz custava menos 11,73 euros no início do ano, uma diferença de 4,85%. Face a agosto de 2025, a diferença é de menos 12,25 euros, ou 5,08%.

A comparação com o início de 2022 revela uma diferença ainda maior: nessa altura, os mesmos 63 produtos podiam ser comprados por menos 65,85 euros, o equivalente a 35,08%.

Na comparação com o ano passado, os maiores aumentos de preços verificaram-se na couve-coração, no bacalhau graúdo e no robalo. A couve-coração subiu 24%, para 1,94 euros por quilograma, enquanto o bacalhau graúdo aumentou 24%, para 19,56 euros por quilograma. O preço do robalo cresceu 22%, para 10,06 euros por quilograma.

Desde 5 de janeiro de 2022, a maior subida percentual entre os produtos acompanhados pela DECO PROteste pertence à carne de novilho para cozer, que aumentou 119%, para 12,76 euros por quilograma. Seguem-se a couve-coração, com uma subida de 95%, e o bacalhau graúdo, com 85%.

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