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De acordo com a investigação em curso, os suspeitos terão efetuado deslocações ao estrangeiro nos anos que antecederam o ataque, incluindo estadias nas Filipinas, país onde atuam grupos extremistas ligados ao autoproclamado Estado Islâmico. As autoridades admitem que estas viagens possam ter desempenhado um papel relevante no processo de radicalização dos indivíduos envolvidos.

A polícia federal australiana descreve o ataque como “inspirado pelo Estado Islâmico”, sublinhando que, até ao momento, não existem provas de uma ligação operacional direta a uma célula organizada. Ainda assim, os investigadores consideram que os suspeitos terão sido influenciados por propaganda extremista online e por contactos estabelecidos durante as deslocações internacionais.

As autoridades australianas estão a trabalhar em articulação com parceiros internacionais para reconstruir os percursos dos suspeitos e apurar eventuais contatos com redes jihadistas no Sudeste Asiático.

Especialistas em segurança alertam que a estratégia de inspiração, promovida por grupos como o Estado Islâmico após a perda de território no Médio Oriente, continua a representar uma ameaça significativa, sobretudo através de ataques cometidos por indivíduos ou pequenos grupos sem comando direto.

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