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No Kuwait, o Exército informou que uma “onda de drones hostis” teve como alvo depósitos de combustível no Aeroporto Internacional do Kuwait. Segundo os militares, os sistemas de defesa aérea conseguiram intercetar vários drones e mísseis balísticos. Ainda assim, estilhaços e destroços resultantes das interceções provocaram danos em algumas infraestruturas civis.
Segundo a CNN, um edifício da Instituição Pública de Segurança Social do Kuwait também foi atingido por um ataque com drone, de acordo com meios de comunicação estatais. As autoridades indicaram que não há registo de feridos.
Ainda no país, dois agentes da segurança de fronteira morreram na manhã deste domingo “enquanto cumpriam o seu dever nacional”, segundo a imprensa estatal, que não avançou mais detalhes sobre as circunstâncias da morte nem confirmou se o incidente está relacionado com os ataques registados.
Na Arábia Saudita, o Ministério da Defesa informou ter intercetado pelo menos 21 drones durante a madrugada de domingo.
Já no Bahrein, o Ministério do Interior revelou que três pessoas ficaram feridas após a queda de “fragmentos de mísseis” que atingiram um edifício universitário. Uma central de dessalinização de água também sofreu danos. Em comunicado enviado à CNN, a Autoridade de Eletricidade e Água garantiu, contudo, que o ataque não afetou o abastecimento nem a capacidade da rede de água.
Nos Emirados Árabes Unidos, as autoridades indicaram que os sistemas de defesa aérea estavam a responder a uma ameaça de mísseis nas primeiras horas do dia. A informação foi divulgada pela Autoridade Nacional de Gestão de Emergências, Crises e Desastres numa publicação na rede social X.
Esta nova vaga de ataques surge depois de o presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, ter pedido desculpa, no sábado, aos países do Golfo pelos ataques com drones e mísseis realizados ao longo da última semana contra bases militares dos Estados Unidos na região. O líder iraniano afirmou que o Irão deixaria de atingir países vizinhos, a menos que fosse alvo de ataques.
Mais tarde, o gabinete de Masoud Pezeshkian esclareceu que a declaração significava que o Irão não atacaria países da região “se estes não cooperarem com um eventual ataque dos Estados Unidos contra o Irão”.
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