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De acordo com o The Guardian, os alertas de ataque aéreo prolongaram-se por mais de uma hora, numa nova vaga de bombardeamentos intensos sobre a capital ucraniana. A administração militar de Kiev diz que sete locais foram atingidos durante a ofensiva, iniciada pouco depois da meia-noite de quarta-feira.

Na cidade de Kiev, as autoridades indicaram que foram registados danos em edifícios.

O presidente da câmara de Kiev, Vitali Klitschko, afirmou que os trabalhos de busca continuam, admitindo que poderão existir pessoas sob os escombros de um armazém destruído perto do centro da cidade. Os bombeiros conseguiram resgatar duas pessoas das ruínas.

Entre os feridos encontra-se um motorista de ambulância e quatro vítimas permanecem em estado crítico, acrescentou o autarca.

Os ataques provocaram ainda incêndios em armazéns e zonas de armazenamento. Segundo Klitschko, deflagrou um incêndio de grandes dimensões na periferia da cidade, enquanto os destroços de um míssil caíram junto de um edifício residencial.

A administração militar de Kiev informou igualmente que o ataque originou uma fuga de amoníaco, situação que estava a ser controlada pelas equipas de emergência.

Testemunhas relataram ter ouvido explosões em vários pontos da cidade. Klitschko referiu ainda que as unidades de defesa antiaérea foram mobilizadas para responder ao ataque.

Entretanto, o Ministério da Defesa da Rússia afirmou ter atingido centros logísticos e de abastecimento em Kiev e nas áreas envolventes, alegando que se destinavam a fins militares.

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