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Kirilo Budánov, chefe de gabinete do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse à agência Bloomberg que Kiev recebeu pedidos de aliados para interromper a campanha de ataques contra a infraestrutura energética no território russo devido ao aumento dos preços, provocado pela guerra dos EUA e Israel contra o Irão, que estendeu o conflito aos países do golfo Pérsico e bloqueou o estreito de Ormuz, pelo qual passava 20% do petróleo mundial.
"Respondamos a isto de forma diplomática. Estamos a receber certos sinais a esse respeito", afirmou Budánov, sem avançar mais detalhes nem revelar os países que pediram esta pausa à Ucrânia.
A Ucrânia intensificou nas últimas semanas os seus ataques com drones de longo alcance contra a infraestrutura energética da Rússia.
A última vez foi no sábado à noite na região de Nizhni Nóvgorod, a cerca de 350 quilómetros a leste de Moscovo, onde os seus drones atingiram duas refinarias na região de Nizhni Nóvgorod, a cerca de 350 quilómetros a leste de Moscovo, e um oleoduto na região de Leninegrado, nas margens do mar Báltico.
Kiev considera estas instalações alvos militares legítimos porque abastecem as tropas russas e permitem ao Kremlin financiar a maquinaria bélica.
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