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As celebrações do 250.º aniversário da independência dos Estados Unidos, em 2026, estão a gerar controvérsia devido ao forte envolvimento do presidente Donald Trump e da organização Freedom 250, criada por si. Embora exista também a comissão bipartidária America250, alguns críticos receiam que as comemorações se tornem excessivamente politizadas, segundo a BBC.
Um dos principais eventos previstos era uma série de concertos da Great American State Fair. No entanto, vários artistas, incluindo Martina McBride, The Commodores e Bret Michaels, desistiram depois de saberem que o evento estava associado à Freedom 250 e à Casa Branca.
Em resposta, Trump cancelou os concertos e anunciou um grande comício político, descrito por ele como o "Rally to End All Rallies". O evento contará com intervenções de apoiantes e atuações de artistas próximos do movimento MAGA.
Entre 25 de junho e 10 de julho, o National Mall, em Washington, acolherá uma enorme feira nacional com representação dos 50 estados e dos territórios norte-americanos. Trump deverá participar na cerimónia de abertura.
Um dos eventos mais invulgares será uma gala da Ultimate Fighting Championship (UFC) nos jardins da Casa Branca. A organização prevê cerca de 5.000 espectadores presenciais e dezenas de milhares de pessoas a acompanhar em ecrãs gigantes.
O presidente da UFC, Dana White, afirmou que a organização suportará os custos do evento. A luta coincide com o 80.º aniversário de Trump.
A tradicional celebração de 4 de julho em Washington será transformada numa tentativa de bater o recorde mundial de maior espetáculo de fogo de artifício. Estão previstos mais de 860 mil foguetes durante cerca de 40 minutos, muito acima do habitual.
Outras iniciativas incluem, uma descida especial da bola em Times Square, repetida oito vezes para assinalar os diferentes fusos horários dos EUA, o enterro de uma cápsula do tempo em Philadelphia, destinada a ser aberta apenas em 2276, um grande concerto em Los Angeles e festas de rua em várias cidades norte-americanas.
Trump também lançou vários projetos de embelezamento em Washington, incluindo a renovação do espelho de água entre o Lincoln Memorial e o Washington Monument. A decisão de pintar o fundo da estrutura de azul provocou críticas e uma contestação judicial, com opositores a argumentarem que altera indevidamente um monumento histórico protegido.
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